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24 de out. de 2008

Oi, São Paulo.

Hoje iniciou a liberdade em telefonia, esse é o mote que leva a Oi à São Paulo. Desde começou a fazer sua promoção em São Paulo, a empresa vendeu mais de 1 milhão de chips com a promoção de 20 reais todos os dias de graça de oi para oi ou chamadas locais durante 3 meses.
Com essa promoção tentadora, para tristeza de muitas operadoras ae, e a expectativa é que ela chegue até final do ano com 2 milhões de usuários.
Lembrando que a Oi, chegou no mercado com muita originalidade e um diferencial que não se via há muito tempo no setor de telefonia.

Hoje São Paulo se liberta da mesmice, clique e veja o vídeo de lançamento da Oi.


Carla - Ficaon! no promidia.

29 de set. de 2008

Marcas valiosas.

O Brasil tem as três marcas mais valiosas da América Latina. A conclusão é do primeiro estudo da Interbrand consultoria sobre as marcas da região, divulgado nesta segunda-feira (29). As líderes do ranking são as brasileiras Itaú, com US$ 5,962 bilhões, seguido por Bradesco (US$ 5,213 bilhões) e Banco do Brasil (US$ 4,429 bilhões).

Entretanto, os bancos brasileiros são seguidos de perto pelas mexicanas Cemex (US$ 3,998 bilhões), do setor de construção, e pela empresa de telecomunicações Claro (US$ 3,593 bilhões), que apesar de ser uma empresa brasileira é de origem mexicana. A conclusão do estudo é que as marcas mexicanas, embora menos valiosas, têm mais alcance internacional.A maior concentração de valor de marca está no setor financeiro. Os 14 bancos analisados são responsáveis por 47% da soma dos valores das 50 empresas avaliadas, que chega a US$ 52 bilhões. Depois dos bancos, está o setor de telecomunicações, com sete marcas e 21% do valor total. “O México tem boas vantagens neste setor, com a Claro, a Telmex e a Telcel”, observa o diretor geral da Interbrand do Brasil, Alejandro Pinedo.


Marcas mais valiosas.
1º Itaú (Brasil): US$ 5,962 bilhões
2º Bradesco (Brasil): US$ 5,213 bilhões
3º Banco do Brasil (Brasil): US$ 4,429 bilhões
4º Cemex (México): US$ 3,998 bilhões
5º Claro (Regional): 3,593 bilhões
6º Telmex (México): US$ 3,482 bilhões
7º Petrobras (Brasil): US$ 3,073 bilhões
8º Telcel (México): US$ 2,703 bilhões
9º Unibanco (Brasil): US$ 2,695 bilhões
10º Banco de Chile (Chile): US$ 1,784 bilhão


Fonte: Globo.com

26 de set. de 2008

Lançamento do Iphone.

A Vivo iniciou as vendas do iPhone na madrugada desta sexta-feira, 26.
Houve movimentação intensa em uma das lojas da operadora, que organizou um evento especial com clientes previamente selecionados e fez até contagem regressiva - com trilha que simulava batidas do coração - para anunciar que, finalmente, o aparelho da Apple estava oficialmente no mercado. Pela Vivo, são 200 mil unidades disponibilizadas imediatamente para a venda. "É um bom início", afirmou Hugo Janeba, vice-presidente de marketing e inovação da companhia, cuja base chega a 42 milhões de pessoas. A estratégia da operadora é priorizar exatamente seus clientes - mas depois ela poderá ampliar a venda para os demais interessados. Na Vivo, o aparelho de 8 GB custa a partir de R$ 899. "Quando víamos o lançamento do iPhone em outros países, sempre havia lá filas imensas de pessoas aguardando pelo iPhone. Não quisemos que isso ocorresse com nossos clientes. Então, criamos uma mala direta para pessoas que tivessem o perfil de quem se beneficiaria mais do iPhone", explica Janeba. A estratégia de marketing direto ficou a cargo da Wunderman.  Nesta sexta-feira, 26, a Vivo começou a comunicar o lançamento para o público em geral, com TV, mídia impressa e internet. A campanha, que tem assinatura da Y&R, fala da chegada do iPhone e de suas vantagens, porém ressalta que não adianta nada ter um bom aparelho se não houver também uma boa rede para fazer o melhor usufruto da tecnologia embutida no celular da Apple. A Claro também iniciou suas vendas. Ela disponibilizou 30 mil aparelhos para venda. Mais de 100 mil pessoas se cadastraram em seu site para adquirir o iPhone.
Fonte:Meio&Mensagem.





24 de set. de 2008

Está chegando..

O iPhone será lançado no Brasil no próximo dia 26 e, segundo fontes do mercado, seu preço médio deve ficar em R$ 1,5 mil. O valor que o cliente pagará pelo aparelho depende do plano mensal escolhido. Na Vivo, uma mensalidade de cerca de R$ 200 dará direito a comprar o celular por esse preço. Os iPhones chegaram ontem aos estoque das operadoras brasileiras. Além da Vivo, a Claro também vai vender o aparelho no País.

O preço mínimo do iPhone ainda não está fechado, mas deve ficar por volta de R$ 1 mil na Vivo. O máximo, em cerca de R$ 2 mil. Nos Estados Unidos, o aparelho 3G de 8 gigabytes custa US$ 199, o que seriam R$ 370. Segundo fontes do mercado, a diferença se explica por dois motivos. Um deles é o imposto de importação, que está em 80%. Outro é o contrato de fidelização, que tem prazo máximo de 24 meses nos EUA e de 12 meses aqui. As operadoras subsidiam o aparelho e recuperam o dinheiro durante o contrato. Um iPhone desbloqueado (ou seja, sem subsídio) custa cerca de US$ 500 nos EUA.

Fonte: Estadão.com

20 de set. de 2008

2º lugar disputado.

Dados da Anatel mostram que a Vivo permanece na liderança do mercado brasileiro de telefonia móvel, com 30,12% de participação - tinha 30,25% em julho. A Claro e TIM aparecem empatadas com 25,09% de participação cada uma. Em julho, a TIM esteve em segundo lugar com 25,26%, enquanto a Claro era a terceira com 24,92%.

A Oi registrou 15,62% (tinha 15,48%) de participação de mercado e é seguida pela 14BrasilTelecom GSM com 3,72% (tinha 3,74%). A CTBC Telecom Celular, com 0,31%, e a Sercomtel Celular, com 0,05%, mantiveram a mesma participação do mês anterior.

A tecnologia GSM continua em expansão e na liderança do mercado, com 119.217.720 acessos (86,127%). A tecnologia CDMA tem 15.055.573 acessos (10,877%), a TDMA, 2.643.005 (1,909%), a WCDMA possui 974.901 acessos (0,704%), e a CDMA 2000, 517.209 (0,374%). A tecnologia analógica AMPS possui apenas 12.491 acessos (0,009%).

Fonte: Propmark


13 de set. de 2008

Iphone Parte 2.

A agência de publicidade Gruponove criou uma das primeiras ações de Mobile Marketing no Brasil destinada a iPhone. Desenvolvida em parceria com a empresa de Tecnologia de Marketing MobMídia, estará disponível para download assim que o iPhone for lançado para o mercado brasileiro. O diferencial é que este aplicativo é o primeiro desenvolvido no mundo exclusivamente para promover uma marca, a Brilux, das Indústrias Reunidas Raymundo da Fonte.
O Gruponove percebeu o número crescente da quantidade de celulares com telas sensíveis ao toque e criou a ação específica para o aparelho da Apple. O usuário poderá fazer o download do aplicativo em qualquer iPhone que tenha conexão com a Internet. A instalação é fácil e dura menos de cinco minutos. A ação proporciona a possibilidade de brincar com o aparelho, sujando a tela e os ícones do menu, para em seguida limpá-los passando o dedo ou um pedaço de pano sobre a tela. O objetivo é criar interatividade com os consumidores.
A ação pode ser vista através do link: 
http://www.vimeo.com/1706482.
Fonte: Propmark

10 de set. de 2008

Iphone.

A Claro confirmou na tarde da última sexta-feira, 5, que não cobrará a taxa de R$ 100 para os interessados em adquirir o iPhone após a confusão gerada pela possível cobrança. Por meio de sua assessoria, a operadora reiterou que, ao contrário da concorrente Vivo, disponibilizará o telefone da Apple para clientes de outras operadoras.
Além disso, a Claro busca reforçar junto aos consumidores que possui a maior cobertura 3G do País, presente em 19 estados e no Distrito Federal, chegando a 110 cidades. A ênfase da Claro em ressaltar sua extensa cobertura e a oferta a todos os consumidores, não só os de sua base de assinantes, é uma ofensiva à Vivo, que ainda não lançou seus serviços 3G no Brasil e que restringirá a venda do iPhone aos seus clientes. 
Procurada, a Vivo confirmou a vinda do iPhone para a última semana de setembro (conforme anunciado por Roberto Lima, presidente da Vivo, na quarta-feira, 3) e ressaltou o site criado para os interessados que queiram se inscrever numa lista de espera. Segundo a assessoria de imprensa da operadora, alguns clientes de sua base já estão recebendo as malas diretas a respeito da comercialização do iPhone. Instada sobre uma possível data de início das vendas ante o anúncio da Vivo, a Claro afirmou que a data deve ser a mesma que a da concorrente, já que pelo acordo estabelecido pelas operadoras com a Apple, o início das vendas deve ser simultâneo. 

Leia o comunicado da Claro, na íntegra, abaixo:
"A Claro mantém a iniciativa de contatar as pessoas cadastradas em seu site, para obter informações sobre o iPhone 3G, a fim de verificar o interesse na aquisição do aparelho, conforme iniciado na semana passada. No entanto, a ação, que tinha por objetivo simplificar e agilizar o processo de venda para aqueles que realmente desejam adquirir o aparelho, gerou polêmica. Por isso, a Claro optou por não mais cobrar o valor de R$100. Os clientes que já realizaram o pagamento como parte da reserva serão contatados pela operadora para a devolução do valor, sem que isso altere o fato de serem um dos primeiros a adquirir o iPhone 3G da Claro. 
A Claro divulgará prazos, formas e condições de venda do iPhone 3G no Brasil após definições com a Apple." 
Fonte: Meio&Mensagem.

22 de ago. de 2008

Publicidade em celular.

A publicidade em celular, encontrada tanto em sites configurados para esta mídia, como em aplicativos rodados no aparelho, tem potencial para impactar de maneira efetiva a lembrança da marca, mesmo considerando-se a pouca taxa de penetração desta mídia. A conclusão está num estudo da Dynamic Logic, que comparou os efeitos de 21 campanhas em 20 mil pessoas, separadas entre as que foram e as que não foram expostas à este tipo específico de publicidade.A empresa averiguou que, em média, a lembrança de uma marca aumenta em 24% no grupo que foi afetado pela propaganda no celular. Além disso, foi notado aumento para esta faixa também em quesitos como associação à mensagem (+12,2%), popularidade da marca (+5,4%) e intenção de compra (+4,7%), o que, segundo a empresa de pesquisa, mostra a capacidade do celular para mudar as atitudes dos consumidores no que tange à marca e à atitude de compra.As campanhas analisadas eram relativas a produtos e serviços de áreas como automotiva, eletrônicos, entretenimento, serviços financeiros, varejo, telecomunicações e viagens.Por outro lado, a Dynamic Logic apontou que a pouca idade desta mídia pode influenciar no resultado. As pessoas prestariam mais atenção à publicidade, já que ela é apresentada numa tela menor á que estão acostumadas e estão localizadas num ambiente menos poluído do que a internet. "Outras pesquisas e análises de campanhas precisarão ser feitas para auxiliar os anunciantes a entender as melhores estratégias para obter o melhor dos dispositivos mobile", afirma a empresa em comunicado. Ou seja, quando o celular se popularizar como mídia para publicidade, os resultados de lembrança de marca tendem a diminuir.A empresa lembrou que os investimentos em publicidade para esta mídia estão hoje na casa de US$ 5 bilhões por ano no mundo, devendo triplicar até 2011, segundo dados da eMarketer, que também apontou que apenas 13% da publicidade para celular têm a intenção de expôr a marca, sendo que os outros 87% utilizam a mídia como ferramenta de marketing direto, buscando respostas imediatas.
Fonte: Meio&Mensagem.

21 de ago. de 2008

Guerra das Telefonias Móvel.

A TIM voltou a perder mercado em julho, segundo números que a Anatel está tornando públicos agora. E a Claro continuou a crescer, aproximando-se mais do que nunca da segunda colocação do mercado de telefonia celular, hoje ocupado pela TIM.
Aos números: entre junho e julho, a TIM caiu de 25,4% para 25,2%; e a Claro subiu de 24,8% para 24,9%. Pode parecer uma mexida irrelevante. Não é. Primeiro, porque está se falando de um mercado com 135 milhões de celulares. E, em segundo lugar, porque essa queda da TIM tem se dado mês a mês.

A paciência dos italianos com o desempenho de sua subsidiária brasileira acabou. No início do mês, houve uma intervenção e a matriz trocou cinco diretores de uma vez só - quatro deles, vieram da Itália. O presidente Mário Cesar Araújo tem até o final do ano para começar a reverter o quadro. Os italianos exigem aumento de participação de mercado combinado com maior rentabilidade. Uma equação normalmente difícil de se conseguir - ainda mais quando se tem uma faca no pescoço.
A Vivo continua líder de mercado, com 30,2% de participação total.

Fonte: Veja

20 de ago. de 2008

Samsung e Unicef.

Comprometida com o desenvolvimento do País, a Samsung criou a ação e o selo Full Atitude, que passa a acompanhar todos os produtos da marca. Ao adquirir uma TV, um celular, um monitor ou qualquer outro produto da marca, o consumidor é convidado a ativar, no hot site www.samsung.com.br/fullatitude a principal função do equipamento, que é a de promover a doação da empresa para o Unicef, com base no número de registros realizados.
"Com essa iniciativa, promovemos uma ação integrada com nossos consumidores, beneficiamos projetos para as crianças e incentivamos o comprometimento com ações sociais", diz Carlos Werner, responsável pela diretoria de marketing da Samsung.
A ação Full Atitude também é extensiva àqueles que já têm os produtos da marca em casa. Para contribuir basta acessar o hot site e ativar a nova função. Após incentivar a doação da Samsung, o usuário pode se habilitar para efetuar outras contribuições voluntárias diretamente para o Unicef.
O consumidor que efetuar o cadastro no hot site também tem a sua disposição a função "My Samsung", situada no website da empresa, que otimiza o contato com a companhia, a solicitação de informações sobre produtos e outros serviços. A Full Atitude também estará presente nos principais portais e websites de comércio eletrônico do País.
Fonte: Propmark




18 de ago. de 2008

Oi reforça luta pelo desbloqueio
Reforçando a sua posição contra a iniciativa da Claro, que, por meio de liminar, está tentando impedir a divulgação de informações sobre o desbloqueio gratuito de aparelhos de celular, a Oi oferece, a partir dessa semana, em São Paulo e na sua área de atuação, a possibilidade dos consumidores de qualquer operadora do serviço de telefonia móvel desbloquearem gratuitamente seus aparelhos e usufruírem os mesmos benefícios que os clientes da Oi já possuem há mais de um ano. A iniciativa é mais uma da empresa contra a decisão da justiça de São Paulo que retirou do ar o site do Movimento Bloqueio Não. No último final de semana, a Oi veiculou um dos seus comerciais sobre o desbloqueio com uma interrupção abrupta que informava a decisão da justiça e reforçava a posição da Oi de apoio ao desbloqueio. Em um comunicado, a Oi reforça que o direito ao desbloqueio é parte da nova regulamentação do setor, em vigor desde fevereiro. Para a empresa, que desde 2007 vende somente aparelhos não bloqueados e a desbloquea de graça os aparelhos de seus clientes, o aparelho desbloqueado é muito mais vantajoso do que o bloqueado. "Esta liberdade exige maior esforço das empresas na prestação de serviços de qualidade, o que acaba beneficiando os usuários em geral. E, definitivamente, separa a prestação de serviços, que é o papel das operadoras, da venda de handsets, papel dos fabricantes", diz a nota.A Oi informa ainda que a estratégia da Claro é contrária a sua. "A Claro prende seus clientes através de contratos que vinculam serviço ao aparelho. Além de prender seus clientes pós-pagos, a operadora criou contratos para clientes pré-pagos ficarem vinculados a ela, o que fere por completo a lógica deste serviço". A Oi entende que, no mercado de telecomunicações, como em qualquer outro, "todas as práticas comerciais devem não apenas preservar a liberdade de escolha do consumidor como pautar-se por suas demandas". E cita números de mercado: "com essa diretriz, a companhia ampliou de 13,21% para 14,14% sua participação no mercado nacional de telefonia móvel neste ano, enquanto a Claro viu sua participação cair de 24,99% para 24,87%".

Fonte: PropMark