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18 de dez. de 2008

Proibições nas Propagandas de Remédios.

As propagandas de medicamentos isentos de prescrição não poderão mais exibir a imagem ou voz de “celebridades” recomendando o medicamento. É o que estabelece a nova resolução 96/08 da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) para a publicidade de remédios, que passa a valer daqui a seis meses e deve ser publicada nos próximos dias no Diário Oficial da União. Entretanto, as regras não restringem a participação da "personalidade" na peça publicitária.

As peças publicitárias deverão trazer os termos técnicos escritos de forma a facilitar a compreensão do público. A resolução também proíbe usar de forma não declaradamente publicitária espaços em filmes, espetáculos teatrais e novelas, e lançar mão de imperativos como “tome”, “use”, ou “experimente”

Além das informações tradicionais já exigidas pela RDC 102/00 (nome comercial, número de registro e a advertência “Ao persistirem os sintomas o médico deverá ser consultado”), as peças deverão trazer ainda advertências relativas aos princípios ativos de 21 substâncias. Um exemplo é a dipirona sódica, cuja proposta de advertência é “Não use este medicamento durante a gravidez e em crianças menores de três meses de idade”.
Nas propagandas veiculadas pela televisão, o próprio ator que protagonizar o comercial terá que verbalizar estas advertências. No rádio, a tarefa caberá ao locutor que ler a mensagem. Para o caso de propaganda impressa, a frase de advertência não poderá ter tamanho inferior a 20% do maior corpo de letra utilizado no anúncio.
Nas amostras grátis de antibióticos, a quantidade mínima deverá ser suficiente para o tratamento de um paciente. Para os demais medicamentos sob prescrição, continua a valer o mínimo de 50% do conteúdo original. Para cumprir as exigências relativas às amostras grátis as empresas terão um prazo maior: 360 dias (1 ano).

Mais informações: Conar

Fonte: Propmark

20 de nov. de 2008

Propaganda infantil.

Representantes do setor de licenciamento, brinquedos e publicações infantis, além de advogados especializados em propriedade intelectual, se reuniram nesta quarta-feira, 19, para deliberar sobre ações práticas que visam evitar a aprovação do projeto de lei (PL) 5921/2001, dos deputados Maria do Carmo Lara (PT/MG) e Luiz Carlos Hauly (PSDB/PR), que propõe a proibição da publicidade de produtos destinados ao público infantil.O PL foi aprovado pela Comissão de Defesa do Consumidor em 9 de julho, mas ainda não tem data para ir a plenário. Dentre os principais pontos do PL estão a proibição de qualquer tipo de publicidade e de comunicação mercadológica dirigida ao público infantil, em qualquer horário e mídia, seja ela de produtos ou serviços relacionados à infância.O evento, promovido pela Associação Brasileira de Licenciamento (Abral) no auditório da Associação dos Dirigentes de Vendas e Marketing do Brasil (ADVB), na cidade de São Paulo, resultará num documento em defesa dos setores envolvidos e contra a aprovação do projeto de lei que será entregue aos autores e aos presidentes da Câmara dos Deputados e do Senado."Enquanto a crise econômica assola o mundo, o legislativo, ao invés de procurar soluções, está querendo coibir a publicidade infantil. Essa é uma lei espúria que irá obrigar a indústria a reduzir a produção e os postos de trabalho. Nem embalagens coloridas poderemos ter. Vamos nos blindar, não podemos deixar isso acontecer", diz Sebastião Bonfá, presidente da Abral.Um dos componentes da mesa de debates, André Magalhães Pinto, secretário parlamentar e assessor especial do deputado federal José Aníbal (PSDB/SP), se prontificou a levar as demandas do mercado à bancada do PSDB em Brasília. "O Bonfá irá me passar um briefing e a intenção é fazer uma blindagem contra o projeto de lei na Câmara. Vamos atuar para derrubá-lo", afirma Magalhães Pinto.Na opinião de Synésio Batista da Costa, presidente da Associação Brasileira de Fabricantes de Brinquedos (Abrinq), este é mais um exemplo de projetos exóticos do congresso brasileiro. "Existem projetos para mudar a correnteza e o curso de rios e para dessalgar a água do mar brasileiro. O projeto não vai passar, mas tem um rito, isso vai demorar. CNI, Abert, Abrinq e mais algumas entidades estão capitaneando esse processo. Agora a Abral vai se juntar ao grupo", destaca, lembrando que a próxima reunião dessa equipe será em fevereiro.Também participaram da mesa Arnaldo Rabelo (autor do livro Marketing Infantil e especialista em marketing de produtos infantis), Cecília Manara (advogada especialista em propriedade intelectual), Monica de Sousa (diretora comercial da Mauricio de Sousa Produções), Ricardo Sayon (presidente da rede de lojas Ri Happy), José Eduardo Severo Martins (presidente da Panini Brasil), Glenn Migliaccio (diretor de licenciamento da ITC) e Edson Pinto (advogado e tributarista).
Fonte:Meio&Mensagem

14 de nov. de 2008

Conar em ação.

Na reunião realizada nesta quinta-feira (13) pela 2ª Câmara do Conselho de Ética do Conar (Conselho Nacional de Auto-Regulamentação Publicitária) três comerciais da cerveja Skol foram considerados inadequados para serem exibidos nos canais de mídia. São eles "Cartório II", "Extraterrestre" e Saturno", há cerca de um mês no ar. Os conselheiros sustaram os três trabalhos criados pela agência F/Nazca Saatchi & Saatchi por unanimidade. Segundo fonte do propmark a principal alegação do Conar é que há forte apelo infantil nos filmes. Os conselheiros analisaram outros 16 trabalhos. Mais detalhes no site do Conar.
Fonte:Propmark.

23 de out. de 2008

Denuncia contra Dr. Oetker

O Instituto Alana está denunciando uma promoção da Dr. Oetker.
Pelo projeto Criança e Consumo, o instituto está denunciando no Procon contra a promoção "Zoobremesas", lançada em setembro, a dinâmica da promoção é : Na compra de cinco produtos da empresa e mais uma quantia de R$ 7,99, o consumidor ganha uma mochila animal.
Segundo Isabella Henriques, coordenadora do projeto, as crianças passam a consumir o produto não por necessidade e sim por que querem ganhar a mochila. E como o produto é pouco nutritivo, estimula o consumo excessivo. Ela ainda alega que a empresa vem fazendo propaganda clandestina em sites de relacionamento (Orkut).
Sobre a denúncia a empresa Dr. Oetker ainda não se promoveu, pois ainda não recebeu a notificação do Procon.

Carla, responde: - O que seria das promoções se elas não tivessem a intenção de estimular a compra excessiva, vamos então, denunciar empresas de fast food e qualquer outra que estimule as crianças. Ás vezes essas denúncias passam dos limites.

Ficaon! no promidia.
Carla - Ficaon!

24 de ago. de 2008

Conar denovo...

Recordes de comerciais que estão se dando o trabalho de alterar ou tirar do ar por causa de alguma polêmica. E pra não ficar de fora, dessa vez foi a Cenoura & Bronze, rolou muita polêmica pra que a decisão fosse tomada e após o bafafá todo acabou assim:
O Conar decidiu que a Cenoura & Bronze altere o jingle da campanha: " Não tenha medo do sol, menina", que por sinal quem canta é a Claudia Leitte, enfim... Na visão de algumas pessoas o texto é contraditório aos que os dermatologistas pedem para que se evite doenças de pele.
Dizem as más linguas que a decisão só foi tomada após 3 votações e muita polêmica interna.

9 de ago. de 2008

Polêmica.

A Benetton mantém a sua tradição de apostar em campanhas do tipo "quanto mais polêmico melhor". Desta vez, por ocasião dos Jogos Olímpicos de Pequim, a marca veiculou nesta sexta-feira, 8, em algumas publicações internacionais importantes como Le Monde, Corriere della Sera e Internation Herald Tribune, a imagem de um monge tibetano rezando em frente a um soldado chinês, com a palavra 'Vítimas' ao fundo.Segundo a Benetton, seu objetivo é chamar a atenção e encorajar uma reflexão mais ampla sobre uma convivência pacífica. 'Vítimas' é também o título da nova edição da Revista Color, revista trimestral customizada da Benneton que sempre destaca um tema, naturalmente, polêmico. Ela veicula trinta fotos do terremoto que devastou a região de Sichuan, juntamente com trinta orações dos monges tibetanos, que oferecem às vítimas suas palavras de fé e de esperança.

Fonte: Meio&Mensagem.


8 de ago. de 2008

Conar vs. Hot Wheels

O comercial de Hot Wheels Crasher, da Mattel, denunciado ao Conar no dia 28 de julho pelo Projeto Criança e Consumo, do Instituto Alana, por estimular a violência e a violação de regras de trânsito ao público infantil, foi suspenso pelo Conar. Em seu parecer, o relator Arthur Amorim, afirma que tanto o site como o comercial de TV são direcionados ao público infantil e incitam a violência, ferindo o artigo 37 do Código da entidade. A Mattel poderá recorrer da decisão.
Fonte: Meio&Mensagem.

27 de jul. de 2008

Comercial "homofóbico" sai do ar.



O ator durão Mr. T, que ficou famoso nos anos 80 por papéis como do sargento B.A. Baracus na série The A-Team, causou uma polêmica daquelas. Isso porque, a Mars, empresa que produz a barra de chocolate Snickers, decidiu ressuscitar sua figura para uma nova série de comerciais criados pela Abbott Mead Vickers BBDO para o mercado britânico. O segundo filme, que foi ao ar nas últimas semanas, acabou tendo a veiculação cancelada após reclamações de que ele seria homofóbico.Na peça, um rapaz pratica marcha atlética num tranqüilo quarteirão tipicamente norte-americano. O detalhe é que ele exibe um rebolado um tanto quanto exagerado, o que é um movimento natural nesta modalidade olímpica. De repente, surge um veículo de grande porte destruindo casas e com um irado Mr. T dentro. Ao se deparar com o atleta, ele cospe frases como 'Você é uma desgraça para a raça humana' e 'Agora é hora de correr como um homem de verdade' e atira com sua metralhadora barras do produto.A decisão de retirar o filme do ar foi bem recebida pela Human Rights Campaign Foundation, que fez uma das reclamações para a Mars. A Abbott Mead Vickers BBDO esperava que o comercial fosse recebido com bom humor e disse que jamais quis ofender ninguém.

Fonte:Meio&Mensagem.

26 de jul. de 2008

Conar pede suspensão de campanha da Nova Schin.


O Conar (Conselho Nacional de Auto-Regulamentação Publicitária) concedeu liminar suspendendo a veiculação da campanha da Nova Schin com o slogan "Leve e gostosa como nenhuma outra" na sexta-feira (25).


Na reunião de 26 de junho, o Conselho de Ética do órgão já havia sugerido a alteração da campanha, no entanto, a empresa não havia feito a mudança no slogan que tem sua veracidade qustionada pelo órgão . Segundo o Conar, a Nova Schin já recorreu da decisão em primeira instância, mas não da liminar. A Nova Schin informou, por meio de sua assessoria de imprensa, que não vai se manifestar sobre o assunto.


Fonte: Propmark.

11 de abr. de 2008

Restrições do Conar.

Começou a partir do dia 10, as novas restrições de Auto Regulamentação para propagandas de bebidas alcoólicas, o Conar determina que serão vetados texto, imagens, diretas ou indiretamente (incluindo o slogan) para o consumo exagerado do produto em qualquer mídia. As novas leis, tem como objetivo principal proteger crianças e adolescentes. Ficará adotado que as propagandas não figurarão qualquer pessoa que pareça menor de 25 anos de idade, o conteúdo terá que estar explícito que é de consumo impróprio para menores e não poderá usar de qualquer linguagem, expressão ou recurso audiovisual (que remetam ao universo infanto-juvenil).
J
á na internet, os sites das empresas de bebida alcoólicas deverão conter um dispositivo de acesso seletivo, para que evite a navegação de menores. As campanhas não poderão conter mensagens com apelo sexual, não conterá mensagens que o consumo da bebida é sinal de maturidade, coragem pessoal, êxito profissional ou social, que proporcione maior poder de sedução, situações que tornem o consumo um desafio, não encorajar situações impróprias, ilegais, perigosas e não poderão utilizar uniforme de esporte olímpico para divulgar a marca.
As leis implicaram também no horário de veiculação das propagandas: comerciais, spots, inserts de vídeo, textos-foguete, caracterizações de patrocínio, vinhetas de passagem e mensagens de outra natureza, inclusive o merchandising ou publicidade indireta, publicidade virtual e as chamadas para os respectivos programas só serão veiculados no período 21h30 ás 6h (horário local).
A advertência obrigatória nas propagandas de bebidas alcoólicas ganhou variações, segue abaixo as seguintes frases:

- "BEBA COM MODERAÇÃO"

- “A VENDA E O CONSUMO DE BEBIDA ALCOÓLICA SÃO PROIBIDOS PARA MENORES”

- “ESTE PRODUTO É DESTINADO Á ADULTOS”

- "EVITE O CONSUMO EXCESSIVO DE ÁLCOOL"

- “NÃO EXAGERE NO CONSUMO”

- “QUEM BEBE MENOS, SE DIVERTE MAIS”

- "SE FOR DIRIGIR NÃO BEBA”

- “SERVIR BEBIDA ALCOÓLICA A MENOR DE 18 É CRIME”

As novas restrições estão disponíveis para consulta no site do Conar.

Resposta da restrição do Conar.

A Associação Brasileira de Agências de Publicidade (Abap) entra em mídia a partir deste final de semana com um campanha contra o movimento de proibição de publicidade de cervejas e bebidas alcoólicas no País.
Criada pela F/Nazca, ela será veiculada em TV, rádio e mídia impressa.
Leia o texto, na íntegra:

Querem proibir a publicidade de cervejas no Brasil.
É o mesmo que proibirem a fabricação de abridores de garrafas no Brasil.
Nem a propaganda, nem o abridor são a motivação para irresponsáveis dirigirem embriagados.
A propaganda ou o abridor não são os culpados pela venda criminosa de bebidas alcoólicas a menores.
Abridores e a propaganda não são incentivadores dos covardes que praticam a violência doméstica.
Essas são questões que só a educação,a democratização da informação e o rigor no cumprimento das leis podem resolver.
Por isso, proibir a publicidade de cervejas não vai mudar em nada esse quadro.
A não ser tirar de você o direito de gostar ou não gostar desta ou daquela publicidade.
De se informar e de formar a sua opinião.
Um direito tão sagrado, quanto o que você tem de comprar ou não um abridor de garrafas.
E decidir o que fazer com ele.

Assistam o comercial no ProMidiaTube.
http://br.youtube.com/watch?v=n4hUgSw1QAA

8 de abr. de 2008

Polêmica no anúncio da Absolut.


Após a compra da empresa Vin & Sprit (V&S) detentora da marca de vodca Absolut por U$$ 5,626 bilhões de euros, o grupo francês de vinhos e licores Pernod Ricard, começou a semana com uma pequena dor de cabeça.
A empresa teve que retirar um anúncio impresso da mídia feita sobre medida para o México, no anúncio como podemos ver eles utilizam o mapa mundi atualizado em 1830 (novo, não!), onde o México detinha algumas cidades dos Estados Unidos.
Após a veiculação alguns cidadões americanos não gostaram nem um pouco da mídia e começaram a organizar um boicote contra a Absolut, que diante desse impasse resolveu entrar em ação comunicando em seu blog (no site da Absolut), que o anúncio não tinha a mínima intenção de magooar os sentimentos americanos, porém nada adiantou e a empresa foi obrigada a retirar o anúncio.
A propaganda da Absolut faz parte de uma estratégia da empresa de fazer um anúncio diferente para cada país, com o slogan: "In an Absolut World" (em um mundo Absolut), a empresa brinca com a cultura local trazendo propagandas diferenciadas no mundo todo.
Pena que não foi muito feliz na escolha do anúncio para o México.